A inteligência que se instala
 

  • O que é que torna uma instalação de um EDIFÍCIO INTELIGENTE cara?  

Uma vez identificados os serviços a serem oferecidos ao utilizador, é preciso escolher o método de transmissão de dados física a ser utilizado. Para tal, é preciso ter em consideração, entre outros, os seguintes aspectos:

  • Número de pontos a controlar;
  • O tipo de integração dos serviços;
  • O tipo de utilizador em questão;
  • O grau de sofisticação da aplicação;
  • A segurança e fiabilidade da transmissão;
  • Os custos e facilidade da instalação;
  • A velocidade e capacidade da transmissão de dados.
Todos estes factores influem na escolha da solução mais adequada e no respectivo preço. O facto de ainda haver pouca escolha no mercado e não haver mão-de-obra especializada para este tipo de instalações, faz com que haja muitas incompatibilidades e falhas na definição dos cadernos de encargos, além de muita especulação sobre o assunto.
  • O que é que provoca a necessidade da DOMÓTICA nas casas?

 O sector imobiliário precisa de dispor de opções de valor acrescentado para introduzir nos empreendimentos. Mais do que simples argumentos de marketing, os produtos de DOMÓTICA intervêm em áreas tão úteis como a segurança, o conforto e as comunicações. As opções são várias e deverão surgir cada vez mais, cada uma dando especial ênfase a uma dessas áreas.

O potencial deste mercado é enorme. Não é de desprezar o facto de que alguns analistas do mercado alemão tenham previsto que o ramo do mercado da DOMÓTICA e dos EDIFÍCIOS INTELIGENTES no ano 2000 seja superior ao do ramo automóvel.

  • Que aplicações de DOMÓTICA vê com maior utilidade prática para a generalidade das casas?

O conceito utilidade é sempre relativo a cada pessoa, no entanto, destacam-se várias aplicações inequivocamente úteis:

  • Corte automático do gás em caso de fuga;
  • Corte automático da água em caso de inundação;
  • Controlo energético (local e à distância);
  • Controlo de acessos (com marcador automático de chamadas);
  • Controlo manual e automático (programador horário) das luzes e aparelhos em casa;
  • Controlo de motorizações (janelas e estores por exemplo).

Todas estas aplicações podem ser integradas e ampliadas em qualquer altura. Dependendo do sistema, as modificações à instalação podem eventualmente ser feitas pelo próprio utilizador.

Depois há toda uma série de aplicações específicas e derivadas, consoante os casos:

  • Deficientes;
  • Pessoas idosas sozinhas em casa;
  • Soluções personalizadas.

Muito importante é também considerar se a instalação se destina a casas acabadas ou em projecto. Os custos implicados são evidentemente diferentes e as soluções viáveis podem pôr em causa a aplicação de determinados sistemas (como por exemplo sistemas que exijam cablagem e se destinem a casas já construídas).


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